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O retorno de Gotham [Crítica]

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por Felipe Fischer

em 25 de Setembro de 2016

Gotham voltou para a sua terceira temporada na última segunda-feira, dando sequencia a história contada antes do surgimento do Batman, com Bruce Wayne ainda adolescente. O gancho deixado no final da segunda temporada abriu um leque de possibilidades já que uma fuga em larga escala aconteceu de Arkham. Mas o caminho escolhido pode não ter sido o melhor.

Logo na primeira cena, vemos Gordon como um caçador de recompensas para capturar os fugitivos da temporada anterior. O policial que lutava contra corrupção e tentava controlar a situação de Gotham, agora trabalha seguindo pistas e entregando os vilões para a polícia. É um Gordon diferente do que estamos habituados nos quadrinhos e filmes do homem morcego.

Enquanto isso, Fish Money aparece com seus poderes consequentes dos testes que passou em Arkham, porém quanto mais os usa, mais fraca tende a ficar. Vemos que ela tem uma equipe que a ajuda a saquear as farmácias de Gotham em busca de remédios e cura pra tentar ficar forte.

Bruce aparece em uma reunião nas Indústrias Wayne, tentando descobrir os envolvidos da empresa nas experiências que faziam em Arkham. Em pouco mais de 40 minutos, é difícil tentar identificar o que vem por aí.  A sensação que fica é de deja vu, tentando mais uma vez confrontar quem está por trás dos caminhos errados tomados por sua empresa e alguém misterioso pagando para matá-lo.

Terminar o primeiro episódio da nova temporada com mais um ataque contra o seu fiel mordomo Alfred e o sequestro de Bruce me faz lembrar que são 24 longos episódios em mais de 6 meses de exibição, onde somente na segunda metade teremos o verdadeiro desenrolar da história. Em termos de novidade, Gotham voltou deixando a desejar e não dá pra saber qual premissa irão seguir. Pareceu mais um episódio qualquer e não um retorno triunfante apresentando uma nova perspectiva para acompanhar nos próximos meses.


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