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Procurando Dory [Crítica]

DORYTOPOPor Beatriz Albarez.
01 de julho de 2016.

Depois de combinar uma excursão de amigas com as mamães até o cinema, entrei na sala para conhecer a história de Dory. Diga-se de passagem, os adultos estavam tão animados quanto as crianças. Na verdade parecia que algumas crianças estavam ali porque foram “arrastadas” pelos pais/irmãos mais velhos/primos… E, bom, dentro do cinema estava um clima bem “voltei uns 13 anos no tempo”!

É impossível deixar de lado a história de Procurando Nemo quando falamos de Dory. Mesmo que tenhamos assistido e nos encantado com o filme há um tempo atrás, a maioria de nós não parou pra pensar (na época) de onde a Dory veio, ou por onde ela andou antes de conhecer Marlin. Se sua memória era tão falha ela deve ter ficado muito tempo vagando sem rumo… Felizmente a Pixar teve o insight de nos trazer um pouco da trajetória de Dory sem torná-la triste, muito pelo contrário, inserida numa nova aventura muito espontânea e engraçada, assim como Dory!

lalala-DORY

Em um flash de memória Dory se lembra de um dia viver com seus pais e, no mesmo instante, decide cruzar os mares para encontrá-los. Marlin e Nemo se unem a ela e logo já revemos Crush (a tartaruga, que fique claro) que os guia na corrente californiana. Chegando tão longe, Dory se separa dos amigos e acaba em um instituto de cuidados da vida marinha.  Agora Nemo e Marlin saem a procura de Dory, que está procurando os pais… Mas ainda bem que todos eles encontram amigos que os ajudam em suas missões.

A mensagem que se destaca é que Dory sempre teve um objetivo – mesmo sem se lembrar qual – e conseguiu alcançá-lo com a ajuda e apoio dos amigos e até mesmo daqueles que acabaram de chegar na vida dela! Cada um deles teve seu papel nessa jornada. Desde Beca carregando Marlin e Nemo para a quarentena, até Destiny, sua amiga de infância. A coisa mais legal que aconteceu foi Marlin abraçando “o jeito Dory de ser” e deixando-se levar por sua espontaneidade! Foi deixando de lado sua preocupação com os “e ses” da vida que conseguiu encontrá-la, e é na mesma espontaneidade que Hank se deixa levar guiando Dory até o “Mar Aberto”.

Cheio de referências à Procurando Nemo, somos conduzidos ao passado de maneira sutil e constante. Foi possível perceber o cuidado para costurar as pontas dos dois filmes, a fim de deixar a história de Dory bem fechada. Foi ótimo para nós “geração Nemo”, mas com certeza essa “geração Dory” também foi conquistada por esse “serumaninho” com perda de memória recente.

Ah! Tinha alguma coisa mais pra falar, mas eu esqueci…

DORY-NOTA


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