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Inferno [Crítica]

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por Ricardo Paes

em 17 de outubro de 2016

Nova adaptação cinematográfica dos livros de Dan Brown supera os seus antecessores (O Código da Vinci & Anjos e Demônios), mostrando superioridade em transformar uma trama morna em algo definitivamente mais maduro e relevante.

Dessa vez Langdon (Tom Hanks – cuja credibilidade é um triunfo para qualquer filme), terá que usar toda a sua experiência para desvendar os mistérios escondidos no universo de Dante Alighieri, autor de “A Divina Comédia“, e correr contra o tempo para evitar uma pandemia mundial, e assim salvar a população dessa praga mortal.

O diretor Ron Haward, agrada ao dar um dinamismo maior a trama – flashbacks, alucinações e corpos deformados, já inseridos no início do filme, mostra eficiência e agrada bastante os mais céticos fãs.

Todo o cuidado é pouco!

Surpresas e reviravoltas fazem parte da estrutura dos livros de Dan Brown, e sabemos também o quão difícil é transmitir tudo isso para as telas e ao mesmo tempo ser convincente.

 Por isso, que quando a palavra adaptação é citada, todo o cuidado é pouco!

Cuidado esse, que o diretor foi obrigado a ter depois de tropeçar por duas vezes ao adaptar os livros já citados anteriormente.

Diversidade do elenco

É impossível não perceber a diversidade inserida que é fisicamente forte e etnicamente superior. Com Felicity Jones, Omar Sy e Irrfan Khan, filme fica muito mais prazeroso.

Enfim, com muita ação e suspense, Inferno é uma aula de história, contada através de belas paisagens. O ponto desanimador do longa e que já faz parte de todos os filmes da série, são os longos diálogos com suas frases explicativas.

Mergulhado no suspense psicológico e com muita tensão, filme deve ser visto, pois é um bom entretenimento.

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