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Transformers – o último cavaleiro [Crítica]

Pôster do filme transformers

por Jurandir Vicari e Felipe Fischer

em 20 de julho de 2017

A franquia odiada pela crítica é idolatrada pelo público está de volta e continua mantendo essa característica! Após a exibição das pré-estreias pelo mundo só conseguiu 15% no Rotten Tomatoes (site que cria rankings do cinema) e foi pior ainda junto a Crítica especializada, mas aposto que vai fazer muito dinheiro entre os fãs.

No último dia 10 de julho de 2017, o Portal Caneca conferiu o blockbuster com o privilégio da presença do diretor Michael Bay e a jovem atriz Isabela Moner, que inclusive comemorou seus 17 anos por aqui e recebeu bolo é um parabéns em português dos brasileiros sempre animados que estavam presentes no evento.

Agora sobre o quinto filme da série intitulado TRANSFORMERS – O Último Cavaleiro, é um filme de fã, ou seja, é muito mais do mesmo. ROBÔS GIGANTES ALIENÍGENAS que se transformam desde carros dos sonhos, dinossauros até relógios.

Os efeitos especiais são inquestionavelmente contagiantes! As cenas de ação são excitantes! E o processo de filmagem foi todo realizado com uma nova tecnologia, onde foi utilizado câmeras “IMAX” que aumentam a imersão dos expectadores num universo onde tudo é grandioso.

No elenco temos os estreantes sir Anthony Hopkins, a já citada Isabela Moner, Jerrod Carmichael, Laura Haddock, Santiago Cabreba e retorna Mark Wahlberg, que reprisa seu papel do mocinho Cade Yeager, José Duhamel, William Lennox e Tyrese Gibson, que fazem uma interpretação  crível para quem está lidando com robôs mutáveis.

Cenários grandiosos, excelente externas, mas infelizmente o roteiro é completamente vazio. O começo do filme funciona, colocando o universo do Transformers junto com a história do Rei Arthur, ou até mesmo a importância dos robôs na segunda guerra mundial. Justamente esses pontos que serão usados para os filmes derivados da franquia. Porém, Michael Bay enfrenta o mesmo problema de quase todos os seus filmes, não saber quando parar.

É o típico filme onde devemos deixar o cérebro em casa e nos jogarmos na pirotecnia dos efeitos CGI (imagens de computação gráfica), que não são poucos, falas rápidas e uma monstruosidade de metais tinindo em batalhas épicas o que torna a coisa toda até que divertida se não fosse tão longa. Se o filme tivesse 30 minutos a menos,talvez ele seria lembrado com mais carinho, por todo esforço em reinventar uma franquia e abrir possibilidades futuras.